A prevenção de doenças no Espírito Santo tem sido reforçada por ações de vacinação, vigilância epidemiológica e atendimento na atenção primária. A estratégia busca evitar o agravamento de problemas de saúde, ampliar a proteção de crianças, adolescentes, gestantes, idosos e pessoas com condições específicas e facilitar o acesso da população aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).
Entre as principais medidas está a atualização da caderneta de vacinação. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o calendário nacional contempla diferentes fases da vida e inclui imunizantes contra doenças como poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, meningites, hepatites, influenza e doenças pneumocócicas. A orientação é conferir regularmente as doses recebidas e procurar uma unidade de saúde quando houver atraso ou dúvida sobre o esquema vacinal. (saude.es.gov.br)
Vacinação é uma das principais formas de prevenção
As vacinas de rotina são disponibilizadas principalmente nas unidades básicas de saúde, conforme a organização de cada município. Para ser atendido, o cidadão deve levar, sempre que possível, a caderneta de vacinação e um documento de identificação. Mesmo quando o registro estiver incompleto, a equipe de saúde pode orientar sobre a necessidade de atualização e os próximos passos.
Em 2026, o Espírito Santo também ampliou estratégias de imunização em ambientes escolares. A iniciativa é realizada em parceria entre as áreas de Saúde e Educação e tem como objetivo verificar a situação vacinal e facilitar a aplicação de doses em crianças e adolescentes menores de 15 anos. A ação prioriza imunizantes que ainda apresentavam cobertura abaixo das metas recomendadas, como febre amarela, segunda dose da tríplice viral e DTP. (saude.es.gov.br)
Proteção para gestantes, bebês e pessoas idosas
Algumas estratégias são direcionadas a grupos com maior risco de complicações. Entre elas está a imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), com vacina para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez e oferta de anticorpo monoclonal para bebês prematuros ou com comorbidades, conforme os critérios definidos pela rede pública. A Sesa informou que, entre janeiro e a primeira quinzena de maio de 2026, não foram registrados óbitos por SRAG causada por VSR em crianças de até quatro anos no Estado. (saude.es.gov.br)
Também houve atualização da proteção contra doenças pneumocócicas, com a incorporação da vacina pneumocócica conjugada 20-valente em estratégias específicas do SUS. A indicação depende da idade, do histórico vacinal e das condições de saúde de cada pessoa, por isso a avaliação deve ser feita por um profissional da unidade de referência. (saude.es.gov.br)
Como participar das ações de prevenção
O primeiro passo é procurar a unidade básica de saúde do município e solicitar a conferência da caderneta. É importante informar à equipe sobre gravidez, doenças crônicas, uso de medicamentos, alergias, viagens previstas e eventuais reações anteriores às vacinas.
Além da imunização, a prevenção inclui acompanhamento periódico, controle de doenças crônicas, hábitos de higiene, alimentação equilibrada, atividade física possível e atenção a sinais persistentes. Em caso de sintomas ou dúvidas, a recomendação é buscar orientação na rede de saúde, evitando a automedicação.
A população também pode acompanhar comunicados, calendários e notas técnicas no portal oficial da Secretaria da Saúde do Espírito Santo. Como regras e campanhas podem ser atualizadas, é necessário confirmar previamente a disponibilidade de vacinas e os critérios de atendimento no município.








